Você sabe o que é o Bullying?
Até pouco tempo visto como fato isolado ou “briguinhas de criança”, hoje o termo “Bullying” é conhecido no Brasil para definir atos agressivos entre alunos e/ou grupos de alunos nas escolas. A palavra é de origem inglesa, mas seus efeitos são debate em instituições do mundo inteiro como problema crônico das escolas, e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores. A pedagoga e mestre em educação, Maria Elisa Schuck Medeiros, trouxe o tema a tona em seu artigo “O Bullying e a Lei do Silêncio”. Segundo ela, professores e escolas ainda não identificam essa violência ou quando identificam se calam diante da situação. “Assim, a situação se estende até a mesma ultrapassar os limites da aceitação, do respeito ao ser humano”, acredita.Formas de agressão:
O Bullying tem várias formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vitima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo), e a exclusão. Entre os meninos, os tipos de vitimação são mais de cunho físico. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vitimas. Já as meninas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem espalhar segredos para causar mal estar.
Como evitar?
inclusive a aprendizagem, sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação. Segundo Elisa, a escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente, sofra esse problema. “A escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente, sinta-se ou seja excluído, bem como humilhado dentro do ambiente escolar”. Ela acredita que os profissionais precisam estar atento a todos os movimentos e ações do contexto escolar, colocando em questão o assunto para que seja amplamente discutido envolvendo pais, professores, direção, serviços pedagógicos e principalmente os alunos, quebrando, assim, a lei do silêncio.
Danos psicológicosComo evitar?
inclusive a aprendizagem, sendo que normalmente os agressores são as crianças com maior porcentagem de reprovação. Segundo Elisa, a escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente, sofra esse problema. “A escola precisa garantir que nenhum aluno, seja criança ou adolescente, sinta-se ou seja excluído, bem como humilhado dentro do ambiente escolar”. Ela acredita que os profissionais precisam estar atento a todos os movimentos e ações do contexto escolar, colocando em questão o assunto para que seja amplamente discutido envolvendo pais, professores, direção, serviços pedagógicos e principalmente os alunos, quebrando, assim, a lei do silêncio.
Os danos psicológicos, também conhecidos como danos morais, causam dificuldades psíquicas geradas pela sujeição prolongada à violência psíquica, acompanhada de baixa autoestima, insegurança, timidez, ansiedade e depressão
PRINCÍPIOS NORTEADOS
· Ajuda Mútua;
· Responsabilidade Social;
· Igualdade;
· Honestidade;
· Transparência;
· Empoderamento;
· Comprometimento Ético;
· Confiança;
· Solidariedade;
· Respeito as Individualidades e Diversidades;
· Resgate e integração das vítimas do bullying.
O termo BULLYING compreende todas as formas de maneiras agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivo evidente e são tomadas por um ou mais estudantes contra outro, causando traumas, e são executadas dentro de uma relação desigual de poder. A prática de atos agressivos e humilhantes de um grupo de estudantes contra um colega, sem motivo aparente é conhecida mundialmente como bullying e bully significa brigão, valentão. O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola. Os que praticam o BULLYING têm grande perspectiva de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delituosas ou delinqüentes.
Os alunos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as alunas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se distingue, principalmente, como método de exclusão ou difamação. Até um apelido pode causar desmoronamento na auto estima de uma criança ou adolescente. Apesar de não sofrerem diretamente as agressões, poderão ficar aborrecidas com o que vêem e indecisas sobre o que fazer. Tudo isso pode influenciar de maneira negativa sobre sua competência de adiantar-se acadêmica e socialmente. O Bullying escolar é assim classificado: alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING; alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING; autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING; testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas coexistem em um ambiente onde isso acontece.
Quando não há intervenções eficazes contra o BULLYING, o espaço escolar torna-se totalmente corrompido. Todas as crianças, são afetadas, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Os alunos que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e dos meios em que vivem, principalmente os familiares, poderão não ultrapassar os traumas sofridos na escola. Poderão quando adultos apresentar sentimentos negativos, especialmente com baixa auto estima, tornando-se indivíduos com sérios problemas de relacionamento. Poderão adquirir, também, um comportamento hostil.
A prática de bullying começou a ser pesquisada há cerca de dez anos atrás na Europa, quando descobriram que essa forma de violência estava por trás de muitas tentativas de suicídios de adolescentes. No Reino Unido, por decisão governamental, hoje todas as escolas já implantaram políticas antibullying.
O médico Aramis Lopes Neto, coordenador da pesquisa da ABRAPIA (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência) diz: “Trata-se de um problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver sua própria estratégia para reduzi-lo. A única maneira de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais. As medidas tomadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de costumes de não violência na sociedade”.
Depoimentos de Vítimas do Bullying
Eu já sofri muito bullying na minha vida. Na escola, na rua e por todo o canto que passava. Quando eu ia pra escola tinham uns meninos que me chamavam de “macaco”, me desprezavam por minha cor. E isso me irritava tanto que eu chegava até bater neles. Na rua os meus colegas ficavam me chamando de “frango”, de feio, de otário, pensando que eu era besta. Mas de besta eu não tinha nada. É por isso quando os boys tentam tirar onda comigo eu baixo o pau neles. Apesar que isso não me satisfazia... Era mais no momento da raiva. Mas eu vou fazer o que? Tenho que impor respeito. Eu peço a todas essas pessoas que deixem disso pois isso não leva ninguém a nada.
Elimário José da Silva
Aconteceu com um amigo meu. Ele todo dia dava no amigo dele na escola. Ele começava a rejeitar ele. Brincava e quando o amigo dele pedia para brincar ele “morgava” o jogo e deixava o menino muito triste. Mas no dia os outros meninos começavam a rejeitar ele como ele rejeitava o ex-amigo dele. Ele provou do próprio remédio.
Douglas 42E
O meu bullying foi com o professor Paulo. Ele me chamou de doido na frente de todo mundo. Mas não foi só uma vez. Mais e mais vezes me chamou de “Sem Noção”. Isso ninguém queria escutar de nenhum professor. Às vezes ele passava uma tarefa de um livro sem a gente ter estudado. Mas ninguém ficou calmo. Todo mundo ficou lá fora e chamou Graça[1] e depois de uma semana ele não deu mais aula a sala da gente e eu fiquei alegre.
Diego
Vou falar agora sobre uma menina que era muito humilhada só porque o cabelo dela é crespo e ela tem umas feridas na perna. Ela era muito abusada. Chamavam ela de quenga, bia-da-jaca e várias outras coisas que ela não gostava. Por isso ela saiu de onde ela morava para outro lugar porque ela não gostava mais de ser abusada. Por favor quem sofre bullying denuncie! Não fique sem falar.
Aline Gomes de Lima
Vou falar de um caso de bullying que aconteceu na escola que eu estudava na 3ª série.
Uma menina que se chamava Suzana sofria uma violência constantemente, pois a garota tinha os cabelos um pouco crespos e todos os dias as garotas chamavam ela de cabelo-de-tuim, cabelo de cuscuz , piolhenta, cabelo-de-esconder-pulga. Essa garota era muito humilhada pelos colegas de classe. Muitas vezes ela chegava a chorar de tanta humilhação. A garota saiu da escola e nunca mais foi vista.
Rayssa Estefanny
Olá, meu nome é Rakechy, aluna da 32B. Estou escrevendo um caso chamado bullying verbal. Eu já vi muito bullying verbal, físico , etc., sobre uma menina que todo dia de noite ia na praça brincar. Toda vez que os meninos viam ela, chamavam eka de “mijona” e “cabelo de tuim”, etc. Ai ela deixou de ir lá por causa disso.
Rakechy 32B
Eu me lembro de vários casos de bullying. Um deles foi quando eu estudava do pré a primeira série. Um aluno da sala onde eu estudava era muito humilhado todo dia de “peidão”, “cabelo de tuim” e muitos outros apelidos. Era muita humilhação. Eu vou citar outro caso com uma menina. Ela era chamada de “piolhenta”, “macaca”, “carvão”. Outra coisa ridícula da parte dos alunos que abusavam tanto ela quanto o menino que falei.
Messias Luiz Henrique 32B
Olá! Eu sou Lorena e estou aqui para falar de um caso de bullying. Falando de um colega meu que todas dizem que ele é gay. Todos os dias os garotos da minha rua abusam ele de várias coisas horríveis. Por exemplo: “frango”, “boiola”, “fresco”, “gay”, “dorme na caixa” e várias outras coisas. Ele fica tão triste que às vezes ele chorava. Um dia ele vinha andando e as meninas fizeram um corredor e quando ele passou as garotas deram nele. Ele com medo pediu a mãe dele para nunca mais ir a escola e nem sair de casa. Ele ficou tão traumatizado que ele e sua família se mudaram. Seu nome era Tel. Essa é a minha redação sobre bullying.
Lorena Thais da Costa Batista da Silva 32B
Eu tinha uma colega chamada Mikaele. Ela tem o cabelo crespo e por isso ela era chamada de “cabelo-de-cuscuz”. Todos os dias dentro da sala de aula e até na hora do recreio. Isso era desprezível porque isso não se faz com ninguém. Tinha dia que ela chegava a chorar. Por causa disso ela saiu da escola, porque ela não agüentava mais e por isso ela saiu da nossa escola. Eu gostava muito dela, mas eu não posso fazer nada... A vida é assim “cheia de altos e baixos”.
Kaynara de Souza 32B
Quando eu era segunda série eu presenciei um caso de bullying. Foi comigo. Eu usava óculos e alguns alunos da sala de aula tinham um costume que sempre que me viam me chamavam de quatro olhos. Eu ficava com raiva e dizia a professora. Ela reclamava, mas não adiantava. Até que um dia resolvi parar de usar óculos. Minha mãe mandava eu ir para a escola com os óculos. Minha avó me levava para a escola, mas quando eu chegava na sala de aula eu tirava os óculos quando saia botava de novo, depois eu parei de usar até hoje. Agora minha mãe quer comprar outro. Eu vou usar. Agora de vez em quando me chamam de gorda ou baleia.
Isabelle Christine Araújo
Tinha uma menina, que sempre que ela ia pra escola as meninas puxavam o cabelo dela. Elas diziam que o cabelo dela era ruim. E todo santo dia era assim. Ela abusavam a menina e a menina ficava muito triste. Ela dizia pra mãe e o pai dela. Eles foram na escola, falaram com a diretora e com as meninas. Mas não adiantou. As meninas continuaram a xingar e a puxar o cabelo da menina e ela passou um mês sem ir para a escola. Ela pedia muito para sair da escola, mas estava na metade do ano e a mãe dela não queria botar ela em outra escola. A menina continuou a ir para a escola e elas continuaram. Passou uma semana e a mesma coisa. Na próxima a menina não agüentou mais e quando chegou em casa ela se suicidou .
Gabriela Stefane de Freitas
Elimário José da Silva
Aconteceu com um amigo meu. Ele todo dia dava no amigo dele na escola. Ele começava a rejeitar ele. Brincava e quando o amigo dele pedia para brincar ele “morgava” o jogo e deixava o menino muito triste. Mas no dia os outros meninos começavam a rejeitar ele como ele rejeitava o ex-amigo dele. Ele provou do próprio remédio.
Douglas 42E
O meu bullying foi com o professor Paulo. Ele me chamou de doido na frente de todo mundo. Mas não foi só uma vez. Mais e mais vezes me chamou de “Sem Noção”. Isso ninguém queria escutar de nenhum professor. Às vezes ele passava uma tarefa de um livro sem a gente ter estudado. Mas ninguém ficou calmo. Todo mundo ficou lá fora e chamou Graça[1] e depois de uma semana ele não deu mais aula a sala da gente e eu fiquei alegre.
Diego
Vou falar agora sobre uma menina que era muito humilhada só porque o cabelo dela é crespo e ela tem umas feridas na perna. Ela era muito abusada. Chamavam ela de quenga, bia-da-jaca e várias outras coisas que ela não gostava. Por isso ela saiu de onde ela morava para outro lugar porque ela não gostava mais de ser abusada. Por favor quem sofre bullying denuncie! Não fique sem falar.
Aline Gomes de Lima
Vou falar de um caso de bullying que aconteceu na escola que eu estudava na 3ª série.
Uma menina que se chamava Suzana sofria uma violência constantemente, pois a garota tinha os cabelos um pouco crespos e todos os dias as garotas chamavam ela de cabelo-de-tuim, cabelo de cuscuz , piolhenta, cabelo-de-esconder-pulga. Essa garota era muito humilhada pelos colegas de classe. Muitas vezes ela chegava a chorar de tanta humilhação. A garota saiu da escola e nunca mais foi vista.
Rayssa Estefanny
Olá, meu nome é Rakechy, aluna da 32B. Estou escrevendo um caso chamado bullying verbal. Eu já vi muito bullying verbal, físico , etc., sobre uma menina que todo dia de noite ia na praça brincar. Toda vez que os meninos viam ela, chamavam eka de “mijona” e “cabelo de tuim”, etc. Ai ela deixou de ir lá por causa disso.
Rakechy 32B
Eu me lembro de vários casos de bullying. Um deles foi quando eu estudava do pré a primeira série. Um aluno da sala onde eu estudava era muito humilhado todo dia de “peidão”, “cabelo de tuim” e muitos outros apelidos. Era muita humilhação. Eu vou citar outro caso com uma menina. Ela era chamada de “piolhenta”, “macaca”, “carvão”. Outra coisa ridícula da parte dos alunos que abusavam tanto ela quanto o menino que falei.
Messias Luiz Henrique 32B
Olá! Eu sou Lorena e estou aqui para falar de um caso de bullying. Falando de um colega meu que todas dizem que ele é gay. Todos os dias os garotos da minha rua abusam ele de várias coisas horríveis. Por exemplo: “frango”, “boiola”, “fresco”, “gay”, “dorme na caixa” e várias outras coisas. Ele fica tão triste que às vezes ele chorava. Um dia ele vinha andando e as meninas fizeram um corredor e quando ele passou as garotas deram nele. Ele com medo pediu a mãe dele para nunca mais ir a escola e nem sair de casa. Ele ficou tão traumatizado que ele e sua família se mudaram. Seu nome era Tel. Essa é a minha redação sobre bullying.
Lorena Thais da Costa Batista da Silva 32B
Eu tinha uma colega chamada Mikaele. Ela tem o cabelo crespo e por isso ela era chamada de “cabelo-de-cuscuz”. Todos os dias dentro da sala de aula e até na hora do recreio. Isso era desprezível porque isso não se faz com ninguém. Tinha dia que ela chegava a chorar. Por causa disso ela saiu da escola, porque ela não agüentava mais e por isso ela saiu da nossa escola. Eu gostava muito dela, mas eu não posso fazer nada... A vida é assim “cheia de altos e baixos”.
Kaynara de Souza 32B
Quando eu era segunda série eu presenciei um caso de bullying. Foi comigo. Eu usava óculos e alguns alunos da sala de aula tinham um costume que sempre que me viam me chamavam de quatro olhos. Eu ficava com raiva e dizia a professora. Ela reclamava, mas não adiantava. Até que um dia resolvi parar de usar óculos. Minha mãe mandava eu ir para a escola com os óculos. Minha avó me levava para a escola, mas quando eu chegava na sala de aula eu tirava os óculos quando saia botava de novo, depois eu parei de usar até hoje. Agora minha mãe quer comprar outro. Eu vou usar. Agora de vez em quando me chamam de gorda ou baleia.
Isabelle Christine Araújo
Tinha uma menina, que sempre que ela ia pra escola as meninas puxavam o cabelo dela. Elas diziam que o cabelo dela era ruim. E todo santo dia era assim. Ela abusavam a menina e a menina ficava muito triste. Ela dizia pra mãe e o pai dela. Eles foram na escola, falaram com a diretora e com as meninas. Mas não adiantou. As meninas continuaram a xingar e a puxar o cabelo da menina e ela passou um mês sem ir para a escola. Ela pedia muito para sair da escola, mas estava na metade do ano e a mãe dela não queria botar ela em outra escola. A menina continuou a ir para a escola e elas continuaram. Passou uma semana e a mesma coisa. Na próxima a menina não agüentou mais e quando chegou em casa ela se suicidou .
Gabriela Stefane de Freitas
Eu tinha uma amiga chamada Mikaelly. Todo o dia que ela chegava na escola os meninos esculhambavam ela . Chamavam ela de: “cabelo-de-cuscuz”; de “perna podre”, porque a unha dela estava encravada; e de “Olívia Palito”, porque ela era muito magra. Ai ela cansou de ser esculhambada e saiu do colégio porque ela estava cansada de ser maltratada pelos colegas.
Diana Maria 32B
[1] Graça é a professora que trabalha como apoio pedagógico durante o turno vespertino.
humilhada pelos colegas de classe. Muitas vezes ela chegava a chorar de tanta humilhação. A garota saiu da escola e nunca mais foi vista.
Rayssa Estefanny
Olá, meu nome é Rakechy, aluna da 32B. Estou escrevendo um caso chamado bullying verbal. Eu já vi muito bullying verbal, físico , etc., sobre uma menina que todo dia de noite ia na praça brincar. Toda vez que os meninos viam ela, chamavam eka de “mijona” e “cabelo de tuim”, etc. Ai ela deixou de ir lá por causa disso.
Rakechy 32B
Eu me lembro de vários casos de bullying. Um deles foi quando eu estudava do pré a primeira série. Um aluno da sala onde eu estudava era muito humilhado todo dia de “peidão”, “cabelo de tuim” e muitos outros apelidos. Era muita humilhação. Eu vou citar outro caso com uma menina. Ela era chamada de “piolhenta”, “macaca”, “carvão”. Outra coisa ridícula da parte dos alunos que abusavam tanto ela quanto o menino que falei.
Messias Luiz Henrique 32B
Olá! Eu sou Lorena e estou aqui para falar de um caso de bullying. Falando de um colega meu que todas dizem que ele é gay. Todos os dias os garotos da minha rua abusam ele de várias coisas horríveis. Por exemplo: “frango”, “boiola”, “fresco”, “gay”, “dorme na caixa” e várias outras coisas. Ele fica tão triste que às vezes ele chorava. Um dia ele vinha andando e as meninas fizeram um corredor e quando ele passou as garotas deram nele. Ele com medo pediu a mãe dele para nunca mais ir a escola e nem sair de casa. Ele ficou tão traumatizado que ele e sua família se mudaram. Seu nome era Tel. Essa é a minha redação sobre bullying.
Lorena Thais da Costa Batista da Silva 32B
Eu tinha uma colega chamada Mikaele. Ela tem o cabelo crespo e por isso ela era chamada de “cabelo-de-cuscuz”. Todos os dias dentro da sala de aula e até na hora do recreio. Isso era desprezível porque isso não se faz com ninguém. Tinha dia que ela chegava a chorar. Por causa disso ela saiu da escola, porque ela não agüentava mais e por isso ela saiu da nossa escola. Eu gostava muito dela, mas eu não posso fazer nada... A vida é assim “cheia de altos e baixos”.
Kaynara de Souza 32B
Quando eu era segunda série eu presenciei um caso de bullying. Foi comigo. Eu usava óculos e alguns alunos da sala de aula tinham um costume que sempre que me viam me chamavam de quatro olhos. Eu ficava com raiva e dizia a professora. Ela reclamava, mas não adiantava. Até que um dia resolvi parar de usar óculos. Minha mãe mandava eu ir para a escola com os óculos. Minha avó me levava para a escola, mas quando eu chegava na sala de aula eu tirava os óculos quando saia botava de novo, depois eu parei de usar até hoje. Agora minha mãe quer comprar outro. Eu vou usar. Agora de vez em quando me chamam de gorda ou baleia.
Isabelle Christine Araújo
Tinha uma menina, que sempre que ela ia pra escola as meninas puxavam o cabelo dela. Elas diziam que o cabelo dela era ruim. E todo santo dia era assim. Ela abusavam a menina e a menina ficava muito triste. Ela dizia pra mãe e o pai dela. Eles foram na escola, falaram com a diretora e com as meninas. Mas não adiantou. As meninas continuaram a xingar e a puxar o cabelo da menina e ela passou um mês sem ir para a escola. Ela pedia muito para sair da escola, mas estava na metade do ano e a mãe dela não queria botar ela em outra escola. A menina continuou a ir para a escola e elas continuaram. Passou uma semana e a mesma coisa. Na próxima a menina não agüentou mais e quando chegou em casa ela se suicidou .
Gabriela Stefane de Freitas
Eu tinha uma amiga chamada Mikaelly. Todo o dia que ela chegava na escola os meninos esculhambavam ela . Chamavam ela de: “cabelo-de-cuscuz”; de “perna podre”, porque a unha dela estava encravada; e de “Olívia Palito”, porque ela era muito magra. Ai ela cansou de ser esculhambada e saiu do colégio porque ela estava cansada de ser maltratada pelos colegas.
Diana Maria 32B
Rayssa Estefanny
Olá, meu nome é Rakechy, aluna da 32B. Estou escrevendo um caso chamado bullying verbal. Eu já vi muito bullying verbal, físico , etc., sobre uma menina que todo dia de noite ia na praça brincar. Toda vez que os meninos viam ela, chamavam eka de “mijona” e “cabelo de tuim”, etc. Ai ela deixou de ir lá por causa disso.
Rakechy 32B
Eu me lembro de vários casos de bullying. Um deles foi quando eu estudava do pré a primeira série. Um aluno da sala onde eu estudava era muito humilhado todo dia de “peidão”, “cabelo de tuim” e muitos outros apelidos. Era muita humilhação. Eu vou citar outro caso com uma menina. Ela era chamada de “piolhenta”, “macaca”, “carvão”. Outra coisa ridícula da parte dos alunos que abusavam tanto ela quanto o menino que falei.
Messias Luiz Henrique 32B
Olá! Eu sou Lorena e estou aqui para falar de um caso de bullying. Falando de um colega meu que todas dizem que ele é gay. Todos os dias os garotos da minha rua abusam ele de várias coisas horríveis. Por exemplo: “frango”, “boiola”, “fresco”, “gay”, “dorme na caixa” e várias outras coisas. Ele fica tão triste que às vezes ele chorava. Um dia ele vinha andando e as meninas fizeram um corredor e quando ele passou as garotas deram nele. Ele com medo pediu a mãe dele para nunca mais ir a escola e nem sair de casa. Ele ficou tão traumatizado que ele e sua família se mudaram. Seu nome era Tel. Essa é a minha redação sobre bullying.
Lorena Thais da Costa Batista da Silva 32B
Eu tinha uma colega chamada Mikaele. Ela tem o cabelo crespo e por isso ela era chamada de “cabelo-de-cuscuz”. Todos os dias dentro da sala de aula e até na hora do recreio. Isso era desprezível porque isso não se faz com ninguém. Tinha dia que ela chegava a chorar. Por causa disso ela saiu da escola, porque ela não agüentava mais e por isso ela saiu da nossa escola. Eu gostava muito dela, mas eu não posso fazer nada... A vida é assim “cheia de altos e baixos”.
Kaynara de Souza 32B
Quando eu era segunda série eu presenciei um caso de bullying. Foi comigo. Eu usava óculos e alguns alunos da sala de aula tinham um costume que sempre que me viam me chamavam de quatro olhos. Eu ficava com raiva e dizia a professora. Ela reclamava, mas não adiantava. Até que um dia resolvi parar de usar óculos. Minha mãe mandava eu ir para a escola com os óculos. Minha avó me levava para a escola, mas quando eu chegava na sala de aula eu tirava os óculos quando saia botava de novo, depois eu parei de usar até hoje. Agora minha mãe quer comprar outro. Eu vou usar. Agora de vez em quando me chamam de gorda ou baleia.
Isabelle Christine Araújo
Tinha uma menina, que sempre que ela ia pra escola as meninas puxavam o cabelo dela. Elas diziam que o cabelo dela era ruim. E todo santo dia era assim. Ela abusavam a menina e a menina ficava muito triste. Ela dizia pra mãe e o pai dela. Eles foram na escola, falaram com a diretora e com as meninas. Mas não adiantou. As meninas continuaram a xingar e a puxar o cabelo da menina e ela passou um mês sem ir para a escola. Ela pedia muito para sair da escola, mas estava na metade do ano e a mãe dela não queria botar ela em outra escola. A menina continuou a ir para a escola e elas continuaram. Passou uma semana e a mesma coisa. Na próxima a menina não agüentou mais e quando chegou em casa ela se suicidou .
Gabriela Stefane de Freitas
Eu tinha uma amiga chamada Mikaelly. Todo o dia que ela chegava na escola os meninos esculhambavam ela . Chamavam ela de: “cabelo-de-cuscuz”; de “perna podre”, porque a unha dela estava encravada; e de “Olívia Palito”, porque ela era muito magra. Ai ela cansou de ser esculhambada e saiu do colégio porque ela estava cansada de ser maltratada pelos colegas.
Diana Maria 32B

